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Consulta Serasa

Serasa: o que é?

Trata-se de uma empresa privada reconhecida pelo Código de Defesa do Consumidor e que possui um amplo banco de dados de empresas e de cidadãos que possuem dívidas não quitadas ou vencidas, além de cheques sem fundo e registros de protestos de títulos. A consulta Serasa é hoje uma ferramenta a mais na vida do lojista, na hora de vender mais e melhor. 

Os estabelecimentos comerciais, bancos e empresas em geral podem contratar os serviços do Serasa para terem à sua disposição o cadastro de pessoas e de organizações inadimplentes, evitando assim vendas a prazo para maus pagadores.

Essa ferramenta de analise de credito do Serasa, é uma das mais poderosas ferramentas do Mercado, se não o maior banco de dados do mercado junto com o SPC. O Serasa hoje um empresa privada, da empresa Expirian, era inicialmente uma empresa fundadas pelos bancos, para que eles alimentassem uma base de dados de bons e maus pagadores. Evitando assim uma inadimplência futura por pessoas que não cumpriam com suas obrigações. Com o tempo esse banco de dados foi ficando grande, e a Serasa começou a vender o serviço de consultas Serasa para ajudar outras entidades, alem dos bancos, que também dão credito ou prazo de alguma forma.

Junto hoje com o SPC Brasil as consultas Serasa são os dois maiores bancos de dados, na hora de saber se eu cliente, fornecedor ou contribuidor é ou não um bom pagador. Mais do que vender mais essas ferramentas ajudam a vender melhor, para pessoas que vão cumprir com os acordos, ou melhor pelo menos tem um histórico de cumprir com seus compromissos.

Hoje uma pessoa com o nome sujo no Serasa ou no SPC , tem pouca chance de conseguir credito para fazer compras a prazo ou ter prazo de pagamentos longos. Isso porque o Lojista tem a consciência de que muitas vezes é melhor vender menos do que vender para quem não vai pagar.

 

[caption id="attachment_704" align="aligncenter" width="336"]Consulta serasa e spc online Consulta Serasa e SPC[/caption]

 

Serviços online – Entenda como otimizar o varejo a partir de serviços online

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Serviços online – Entenda como otimizar o varejo a partir de serviços online

Serviços online – Ter um empreendimento online tornou-se um dos negócios mais lucrativos do momento. As lojas físicas estão migrando para o mundo virtual e oferecendo serviços de excelente qualidade, o que promove não só o maior alcance da empresa, como permite realizar transações rápidas e práticas.

Há muitas vantagens em otimizar o varejo — inclusive se você já tem uma base de clientes e quer fortalecer o seu nome no mercado . e os serviços online são peças-chave no processo. Vamos conferir? Acompanhe o post de hoje!

O que os serviços online proporcionam

Além de mostrar que a empresa está migrando para um ambiente moderno, mais tecnológico, representando a sua reinvenção.  Por exemplo, os serviços online dão mais liberdade para interagir com o público, conhecer o produto, catalogar preços e ainda investir em marketing digital. Uma coisa é certa: os serviços online fazem você vender mais!

Veja os principais pontos que podem ser beneficiados e ser melhorados por meio da adoção de um sistema online:

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Variedade no estoque

Talvez você não tenha percebido, mas o serviço online permite que você tenha uma maior variedade no estoque do varejo. Isso porque uma vez que você conhecerá melhor as necessidades do público-alvo em vez de utilizar-se apenas do marketing boca a boca ou loja física.

O serviço online amplia o estoque conforme a demanda, podendo investir em novos nichos ou categorias de produto que seus clientes estão pedindo ou comprando com a concorrência.

Comparação de preços

Para otimizar todo o varejo e saber ao certo como precificar cada produto ou serviço.  O serviço online atua também no setor que pesquisa os dados da concorrência para que a sua empresa participe do mercado de forma mais competitiva.

Os clientes gostam de informações, portanto, você pode mostrar a ele a comparação de preços em relação aos principais canais, sites e lojas, para que ele faça a melhor escolha.

Atendimento ao cliente

Se o objetivo é otimizar todo o varejo com os serviços online, também é necessário reformular o atendimento ao cliente. Isso quer dizer que você consegue investir na modernidade do atendimento — como chat, comentários ou feedbacks — a fim de conquistar a audiência e mostrar credibilidade e rapidez no relacionamento.

Com isso, o atendimento é aprimorado e você fica mais presente nas reclamações, elogios e problemas dos clientes.

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Plataforma de precificação

Já falamos sobre a importância de saber precificar corretamente os produtos e serviços para você ter uma vantagem competitiva e assim não perder para a concorrência.

Entretanto, sabe-se o quanto o preço do varejo tende a oscilar, devido à inconstância do mercado, crise, novos lançamentos etc. Por isso, o serviço online permite que você use uma plataforma de precificação, de modo que você acompanhe a “maré” e veja qual produto deve baixar e aumentar de preço.

Marketing digital

Quando se migra para o mundo virtual, é muito comum que as empresas invistam em marketing digital. Com o intuito de atrair o público com conteúdo atraente, informativo e relevante, além da presença efetiva nas principais redes sociais do seu consumidor já segmentado.

Para se destacar, a audiência precisa conhecer você e acreditar na sua história e sabedoria. Por isso, que o marketing de conteúdo também está vinculado diretamente a esse tipo de estratégia.

Percebe-se então o quanto os serviços online podem otimizar muitos setores dentro de uma empresa, não é mesmo? Então, não se esqueça de deixar um comentário sobre o assunto!

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Entenda como funciona o sistema de emissão de boletos para MEI e autônomos!

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Entenda como funciona o sistema de emissão de boletos para MEI e autônomos!

Emissão de boletos – Já sabemos que os pequenos empreendedores são fundamentais para a economia do país. Além da quantidade de empregos que geram, muitas das novas ideias de negócios capazes de transformar a realidade surgem justamente de pessoas comuns, ainda com pouco capital para investir.

Por isso, o microempreendedor individual tem direito a uma série de benefícios do governo, como a adesão ao Simples Nacional. Entretanto, é preciso dominar diferentes procedimentos para se conseguir servir bem ao público. E entre esses procedimentos podemos citar o domínio do gerenciamento de seus recebimentos.

Sendo assim, nada melhor do que saber mais sobre o sistema de emissão de boletos, não é mesmo? Para entender tudo sobre o assunto, continue lendo este post!

O que é o boleto bancário

Antes de tudo, é bom começarmos por definir o boleto bancário. Basicamente, o boleto é um documento de pagamento de contas que a empresa gera para seus clientes, portanto o valor e a data de vencimento descritos no papel. Em posse dele, o cliente pode pagar sua dívida até a data limite em casas lotéricas e agências bancárias.

Como ele funciona

A partir de uma conta corrente habilitada, já é possível começar a despachar boletos. Você pode obter esse benefício de maneira simples, bastando entrar em contato com seu banco.

Então, para emitir os boletos é preciso que exista um cedente, ou seja, a empresa que vai trabalhar com o sistema de boletos, a quem cabe enviar esse documento ao seu cliente —também chamado de sacado — que tem um prazo pré-determinado para realizar o pagamento da conta. Quando o prazo é superado, ainda se pode fazer o pagamento acrescentando a ele o valor da multa.

Assim, para o cliente existem diferentes opções de pagamento, como usar o número do boleto via internet banking ou aplicativos de aparelhos celulares, ou então, como é mais comum, imprimir o boleto para realizar o pagamento pessoalmente, em agências bancárias ou casas lotéricas.

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Consulta CPF

Por que emitir boletos

A emissão de boletos bancários permite uma série de vantagens para o pequeno empreendedor. Entre elas, estão:

  • credibilidade: pequenas empresas podem causar certa desconfiança no mercado. Até conseguirem se estabelecer e ganhar a confiança dos consumidores, pode demorar algum tempo, sendo assim, quando você oferece uma opção de pagamento confiável como o boleto bancário, você gera credibilidade, já que o processo envolve questões legais;
  • profissionalismo: da mesma forma, você se distancia do amadorismo de muitas empresas pequenas. Oferecendo esse recurso, sua empresa desenvolve uma prática profissional que agiliza os processos e confere maior seriedade a eles;
  • segurança: o boleto bancário é seguro tanto para a empresa, que tem como controlar os pagamentos da clientela, quanto para os próprios clientes, pois eles tem o aval da instituição bancária em relação ao negócio;
  • comodidade: em tempos em que a tecnologia tomou conta de praticamente todos os espaços, recursos como aplicativos de celular e internet banking permitem que pagamentos sejam feitos de maneira simples, e sem muito gasto de energia, com o uso dos boletos;
  • alternativa: o boleto também é uma opção de pagamento interessante para casos como empresas que trabalham com a venda de produtos via e-commerce, por exemplo, pois pode se tornar uma alternativa para que os clientes não precisem se cadastrar em outros serviços, como PagSeguro e PayPal.

Como fazer para gerar boletos

É bem simples: basta solicitar ao banco que sua conta seja habilitada a fim de emitir títulos de cobrança, cabendo a você optar entre os tipos de carteira de cobrança disponíveis, que são a cobrança sem registro e a cobrança com registo.

  • cobrança sem registro: gratuitamente, o empreendedor pode emitir o boleto para que ele seja pago sobre o valor creditado, com as taxas variando de acordo com cada banco. Quem preenche as informações e as envia é o próprio cedente;
  • cobrança com registro: os boletos são enviados por arquivo de remessa e emitidos com conhecimento do banco, sendo tarifados no ato da emissão, cabendo ao próprio banco os serviços de impressão e cobrança.

Quais são os tipos de boleto

Existem três formatos de boleto bancário: o avulso, o carnê e o carnê simples. A seguir, vejamos mais sobre eles:

Boleto avulso

Este é o mais comum, sendo útil para pagamentos à vista devido ao seu formato, que facilita o pagamento imediato.

Boleto em formato de carnê

Quando a cobrança tem periodicidade pré-definida, o ideal é contar com o formato do carnê. Nele, todas as parcelas da prestação são geradas de uma única vez e concentradas no documento, diminuindo assim gastos do cedente com taxas de emissão.

Boleto em formato de carnê simples

O diferencial deste modelo é que ele permite ao cedente gerar o boleto e fazer a cobrança sem que haja a participação do banco no processo, com isenção de taxas. No entanto, é bom tomar cuidado: a ausência do banco neste processo pode enfraquecer sua empresa em casos de inadimplência do consumidor.

Como emitir boletos bancários

É possível emitir boletos a partir do site do banco do cedente ou, então, por meio do aplicativo da instituição bancária. Além disso, existem sistemas desenvolvidos especialmente para gerar boletos, visando simplificar o serviço e permitir ao cedente um acompanhamento detalhado de todo o processo, o que facilita a organização da empresa.

Quem pode emitir boletos bancários

Pessoas físicas e pessoas jurídicas podem fazer essa solicitação junto aos bancos. No caso de autônomos, é preciso procurar a sua agência e verificar as condições que variam de acordo com cada instituição. Fatores como o histórico do correntista, tempo de conta aberta — além do tipo de serviço prestado — são fundamentais para que o pedido seja aprovado.

Já para pessoas jurídicas, o processo é facilitado, bastando ao correntista contratar a ativação do serviço em sua conta empresarial.

Emissão de boletos: garantindo esse benefício para seu empreendimento

Como vimos, tanto para trabalhadores que atuam como MEI como para autônomos, é imprescindível considerar o uso de boletos bancários como meio para obter uma série de vantagens na busca pelo sucesso.

Enfim, é importante reforçar que o banco pode cobrar pela emissão de boletos, bem como a compensação deles, uma vez que agora o banco central exige que todos os boletos do país sejam registrados para evitar fraudes — algo que acabou encarecendo o custo de emissão desses boletos.

E então, gostou do post? Quer saber como podemos te ajudar? Entre agora em contato conosco!

 

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4 dicas para quem quer vender serviços

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4 dicas para quem quer vender serviços

vender serviços – Uma das características mais marcantes dos consumidores de hoje é a pressa. Para o empresário, então, ela se multiplica: é cada vez mais urgente a necessidade de saber o que o cliente procura, antes mesmo dele passar pela entrada. Mas como cativar esse consumidor imediatista quando se trabalha com produtos ligados à saúde e ao bem-estar?

Uma das saídas para esse entrave está na adição da venda de serviços aos produtos já comercializados pela drogaria. Quer saber como é possível? Confira, neste artigo, quatro dicas para vender serviços com maestria e sair na frente dos seus concorrentes.

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1. Saiba exatamente o que difere produtos de serviços

A principal diferença entre um e outro é a tangibilidade: um produto é palpável enquanto um serviço é intangível.

O apelo emocional é o que faz do serviço um agregador de valor ao produto. Por exemplo: muitas pessoas entram em uma drogaria e agem por impulso na hora de realizar a compra. Uma ideia interessante é aproveitar a expertise em saúde dos farmacêuticos para que o cliente esteja satisfeito com sua aquisição.

2. Conheça seu cliente como a palma da sua mão

Você vai precisar antever o que seu cliente deseja, certo? E quem melhor para oferecer o serviço ideal do que aquele que conhece as nossas necessidades?

É por isso que mapear e definir um público-alvo é fundamental para a estratégia de venda de serviços. Consulte seu faturamento de meses anteriores para visualizar qual produto é vendido com mais frequência. Isso lhe ajudará tanto na hora de arrumar os produtos na prateleira, quanto no momento da abordagem.

3. Personalize sua estratégia

Ao vender serviços, você construirá um relacionamento mais pessoal com o seu cliente. Nesse sentido, é importante que as suas estratégias de vendas tenham por objetivo principal oferecer uma experiência de compra única e inesquecível.

Procure interagir com o cliente durante o processo de decisão questionando sobre o que ele deseja, especificamente. Assim, além de ficar craque na sua clientela, você ainda terá dados mais confiáveis para personalizar suas estratégias futuras.

4. Se coloque (moderadamente) no lugar do consumidor

A empatia pode ser uma faca de dois gumes se não for aplicada da maneira correta. Utilize como parâmetro as experiências que você teve em outras drogarias, por exemplo.

Outro erro comum cometido por aqueles que vendem serviços é ofertar mais do que podem cumprir. No seu caso, se um cliente solicitar a recomendação de um medicamento mais em conta, para citar um exemplo, tenha certeza de que a sugestão desempenhará a mesma função do que o remédio de valor superior.

Todos os consumidores gostam de ser tratados com atenção, apesar deles mesmos não demonstrarem isso. Por esse motivo, ao vender serviços, você adicionará confiança e segurança ao seu cliente: valores fundamentais para que ele, espontaneamente, indique sua farmácia, volte a comprar nela e intensifique os lucros no final do mês.

Agora que você já sabe como vender serviços, que tal incluir também a recarga de celular como um diferencial da sua drogaria?

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Como renegociar dívidas e limpar o nome sujo?

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Como renegociar dívidas e limpar o nome sujo?

renegociar dívidas – Um dos reflexos da crise econômica que assola o país é o aumento do número de pessoas com o nome sujo, ou seja, com restrições ao crédito. Mas com um pouco de atenção e cuidado, é possível renegociar dívidas e limpar seu nome para recuperar seu crédito e poder voltar a comprar.

Veja neste post algumas dicas de como organizar sua vida financeira e tirar as restrições ao seu nome.

Organize seu orçamento e suas dívidas

Organização deve ser a palavra-chave para quem deseja renegociar dívidas. O primeiro passo é colocar no papel todas as despesas, sejam elas grandes ou pequenas. Com estes dados em uma folha de papel, é possível ver os erros que estão sendo cometidos, e como organizar melhor a vida e fazer o dinheiro render. Separe todas as dívidas, gastos fixos, excessos e descubra o que pode e deve ser cortado neste momento de crise. Organize as dívidas por custos e veja quais já podem ser pagas na sua totalidade.

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Fique de olho no crédito

Consulte com frequência a situação do seu CPF (Cadastro de Pessoas Físicas)  ou CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas) nos órgãos reguladores, como o SPC (Serviço de Proteção ao Crédito) se for uma dívida no comércio ou Serasa Experian, se for uma dívida com bancos ou instituições financeiras. São eles que recebem a relação de clientes que não honram seus pagamentos e incluem essas pessoas em listas que são acionadas por outras empresas.

Para saber a situação do seu nome, caso você não tenha recebido alguma correspondência desses órgãos, é possível checar via internet, no site das entidades ou em estabelecimentos comerciais que realizam consultas cadastrais, mediante pagamento de taxa.

Saiba como seu nome pode ficar sujo

Seu nome pode ficar negativado ou sujo, na linguagem popular, ao não cumprir com algum pagamento negociado com bancos, instituições financeiras ou comércio em geral. Algumas modalidades são mais encontradas nos registros dos órgãos de proteção ao crédito. Se o seu cheque, por exemplo, for devolvido duas vezes pelo banco ao ser apresentado pelo portador, o banco pode pedir que o Banco Central inclua seu nome no Cadastro de Emitentes de Cheques sem Fundo (CCF). Você pode consultá-lo gratuitamente em qualquer instituição financeira ou com o Banco Central.

Com o cheque devolvido e o recibo do credor que a dívida foi regularizada, você deve procurar seu banco para retirar seu nome do cadastro.  No caso de atrasos em pagamentos de carnês, cartões de crédito ou empréstimos, o nome do devedor pode ser incluído a partir do primeiro dia de atraso no pagamento, mas algumas lojas aguardam de 15 dias a um mês de atraso. Os nomes incluídos em cadastros como o SPC ou Serasa ficam listados até a dívida ser paga ou até cinco anos depois da inclusão.

Saiba renegociar dívidas

As dívidas maiores merecem atenção especial. Procure os credores e converse para chegar a um denominador comum, que seja bom para os dois lados. Muitas dívidas crescem muito pelo alto valor dos juros cobrados. Alguns credores, como bancos ou empresas de varejo costumam criar feirões de renegociação que podem dar grandes descontos para solucionar o problema no menor prazo possível. Apresente uma proposta de pagamento que mostre que você está disposto a pagar o que deve, mas precisa da compreensão do credor pela situação financeira.

Saiba o que fazer se o caso for à Justiça

Alguns credores levam o caso de não quitação da dívida à Justiça, gerando uma ação judicial contra o devedor que não pagou os acordos ou não demonstrou vontade de quitar, ou seja, não procurou o credor nem negociou. O devedor é notificado por um Oficial de Justiça ou pelo correio. Nesse caso, mesmo que a dívida seja regularizada, é preciso constituir um advogado, que elaborará um documento no qual o devedor afirma que pagou ou renegociou a dívida. O fim do processo não retira o nome do SPC ou Serasa.

Confira se o seu nome foi limpo

Após o pagamento total da dívida ou da primeira parcela do acordo feito, a empresa tem até cinco dias úteis para retirar seu nome da lista de maus pagadores. Se o credor não fizer isso dentro desse prazo, você deve contatá-lo. Se mesmo depois de fazer contato o nome não for retirado, cabe ao consumidor entrar com uma ação judicial exigindo a retirada, que ainda pode render uma ação por danos morais.

Outra forma de ser excluído do cadastro da lista negra é deixar a dívida prescrever após cinco anos. Depois deste prazo, a dívida não pode ser cobrada, mas você também está sujeito ao interesse da empresa ou instituição financeira em dar crédito novamente ao cliente.

Evite novas dívidas e faça uma reserva

Com as contas mais organizadas, evite criar novas dívidas, utilizando com cuidado fontes de crédito como o cheque especial e o cartão de crédito, que devem ser evitadas pelo alto valor de suas taxas de juros. Outras formas de pagamento podem render descontos melhores, como dinheiro ou débito. Tudo depende da negociação feita com o lojista ou fornecedor.

Uma boa opção é tentar criar reservas financeiras para estas eventualidades e emergências que podem surgir de uma hora para outra. Os economistas recomendam guardar cerca de 30% da renda para emergências, mas você pode começar com valores mais modestos, como 10%, e subir o valor conforme a melhoria da gestão de seu orçamento.

Conheça uma oportunidade de negócio

Já existem no mercado ferramentas que, além de outras coisas, oferecem consulta aos órgãos de proteção ao crédito, como o SPC e Serasa, que pode ser feita diretamente em seu estabelecimento.

Esse tipo de serviço, com consulta ao CPF ou CNPJ  (para o caso de empresas),  pode aumentar o fluxo de clientes para seu estabelecimento e despertar neles a vontade em consumir mais produtos em sua loja.

Agora que você já sabe sobre como é possível renegociar dívidas e limpar seu nome, que tal aprender também sobre como aceitar pagamentos em cheque na sua loja sem mais dores de cabeça e perdas financeiras?

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Curiosidade e dicas para lojistas, varejistas, autônomos. Tudo sobre maquinas de recargas de celular, maquinas de cartão de credito, consultas serasa e consultas spc.