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Consulta SPC Brasil!

Dois nomes são muito conhecidos no nosso cotidiano: o SPC e o Serasa. Todo mundo já ouviu falar nessa dupla, e, com certeza, não tem ninguém que deseje ver seu nome atrelado a uma dessas empresas, correto? A consulta spc é na verdade uma consulta a esse enorme e completo banco de dados. 

O SPC e o Serasa são os famosos registros de “nomes sujos”, como cheques sem fundo e dívidas atrasadas, mas também registram dados pessoais, como endereço, nome e CPF. É possível até inserir informações de bons pagadores, por meio do crédito positivo.

Ao contrário do que muita gente pode pensar, o SPC e o Serasa são empresas diferentes, e sobre essas diferenças nós vamos falar no post de hoje. E, é claro, o mais importante: como realizar a consulta SPC Brasil!

Qual a diferença entre SPC Brasil e Serasa?

Essas duas empresas contêm os dados negativos dos consumidores no Brasil. É por meio delas que lojas e bancos analisam o crédito dos seus usuários para tomar decisões sobre concessão de juros, prazos etc.

Um terceiro grupo surgiu mais recentemente, chamado de SCPC — Serviço Central de Proteção ao Crédito, com o mesmo intuito. Enquanto o Serasa, criado pela Associação de Bancos do Estado de São Paulo, tem a maior parte das informações bancárias, o SPC Brasil — Serviço de Proteção ao Crédito —, patrocinado pelas Câmaras de Dirigentes Lojistas (CDL), recebe informações relativas ao comércio.

O objetivo de ambas é proteger os fornecedores de serviços e de produtos contra a inadimplência, oferecendo um perfil de crédito dos consumidores e quais serão bons pagadores.

Agora, falaremos especificamente do SPC Brasil.

Basicamente, uma consulta no SPC Brasil fornece informações sobre a situação de crédito do detentor do CPF em questão. Caso haja alguma dívida em atraso que esteja sendo cobrada por alguma empresa, órgão público ou ação judicial, o consumidor constará como inadimplente e estará com o famoso “nome sujo”.

Também são fornecidas informações sobre o valor dos débitos e a quantidade dos débitos. O consumidor fica sabendo para quem ele deve e quanto ele deve e o lojista tem mais informações sobre o comportamento financeiro dos seus clientes.

Apesar disso, a consulta não fornece informações como dívidas que ainda não entraram no sistema ou dívidas que não foram pagas, mas entraram em protesto e não podem ser mais mostradas. Com isso, a consulta SPC Brasil ajuda fornecer informações preliminares sobre a situação de crédito e sobre o comportamento do cliente, mas não é uma resposta totalmente definitiva para uma análise de crédito profunda.

[caption id="attachment_697" align="aligncenter" width="336"]Consulta spc Consulta Spc[/caption]

Gestão de inadimplência: quais estratégias utilizar?

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Gestão de inadimplência: quais estratégias utilizar?

Gestão de inadimplência – Toda empresa está sujeita ao fantasma da inadimplência. Esse visitante nada desejado é um problema crescente, que pode ser entendido como a ausência do pagamento na data de vencimento estipulada. Especialmente em tempos de forte recessão financeira no país, é essencial fazer uma boa gestão de inadimplência, já que o número de devedores tem crescido drasticamente.

consulta spc

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Por que fazer gestão de inadimplência?

Não é difícil imaginar o quanto as dívidas de clientes são prejudiciais para a empresa, sendo capazes, inclusive, de fazer a corporação ficar negativada. É justificável a corrida das organizações para manter as taxas de inadimplência tão baixas quanto possíveis.

Quando ela se enraíza no seu negócio, além de prejudicar as finanças e dificultar o sucesso da empresa, pode ser um indicativo da evasão de clientes — semelhante ao churn, ocorrido quando um número expressivo de consumidores cancela o serviço da marca.

Sem a gestão de inadimplência, a organização perde capital. Mas, além disso, analisar as razões da falta de pagamento dos clientes permite organizar mudanças na corporação, aumentando as chances de sucesso no mercado.

Como fazer a gestão de inadimplência?

Controlar o pagamento dos clientes e evitar evasões pode ser mais fácil do que você imagina. Com alguns passos simples, é possível contornar esse problema que assola as empresas. Confira as melhores estratégias:

Ofereça opções de pagamento

Pagar por um produto à vista traz vantagens, como descontos especiais. Mas nem sempre é possível ter o dinheiro total para arcar com o pagamento. Por isso, é importante disponibilizar para os clientes opções distintas de pagamento. Oferecendo essas oportunidades, você dá mais abertura para que os consumidores consigam cumprir o compromisso e não fiquem inadimplentes.

Cobre o cliente

Para evitar que seu consumidor deixe de realizar o pagamento no dia acertado, é essencial criar um processo de cobranças. É claro que, nesse caso, o emprego da linguagem faz toda a diferença. Não é adequado usar um tom inquisitivo, mas enviar um e-mail ou um SMS com o intuito de relembrar o cliente é bem-vindo.

Às vezes, a resposta para a inadimplência é simples: o comprador simplesmente se esquece de pagar pelo produto ou serviço. Emitir um lembrete é uma atitude simples, mas que otimiza a sua gestão de inadimplência.

recarga

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Adote medidas preventivas

O terceiro passo para fugir dos altos índices de inadimplência é evitar a venda para aqueles que já têm um histórico de evasão no pagamento. Quando o caso for de parcelamento, é importante exigir documentos pessoais, como CPF, RG e comprovante de endereço. Não se esqueça de realizar a consulta dos dados e comprovar a veracidade antes de fechar negócio com o comprador.

Uma análise da reputação do cliente ajuda a evitar possíveis fraudes. Checar o crédito do consumidor minimiza as chances de negociar com quem tendencia a ficar inadimplente. A ação deve ser feita por uma empresa parceira competente, com experiência na checagem

Tenha clareza na transação

Antes de fechar com a empresa, é necessário que o cliente receba todas as informações acerca dos métodos de pagamento disponíveis. Evite apresentar cláusulas contratuais muito longas e opte por uma negociação transparente e objetiva.

Automatize a gestão

Fazer o controle dos inadimplentes, de maneira analógica, torna o trabalho muito mais custoso. Além do gasto financeiro expressivo para armazenar e consultar informações de cada consumidor, fazer a gestão dessa maneira não poupa tempo. A automatização pode ser a solução ideal para agilizar os processos e economizar na hora de gerir os inadimplentes.

Viu como fazer a gestão de inadimplência não precisa representar um grande desafio para a sua empresa? Agora, é só colocar as dicas em prática. Na hora de consultar o histórico de seus clientes, conte com a iRecarga para ser sua parceira! Entre em contato conosco e conheça nossos serviços!

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Empresa negativada: entenda o que acontece com o seu negócio!

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Empresa negativada: entenda o que acontece com o seu negócio!

Empresa negativada – Mesmo que as contas estejam no vermelho, deixar a empresa negativada pode causar mais transtornos do que o sacrifício para pagar as dívidas. Com o nome da empresa sujo, o empreendedor passa a sofrer uma série de limitações. E esses impedimentos impactam diretamente os resultados da empresa, que perde credibilidade no mercado.

Mesmo que o cenário seja o mais negativo possível, é preciso buscar alternativas para limpar o CNPJ da companhia. Muitos empreendedores não sabem, mas não quitar as dívidas e deixar a empresa negativada traz vários riscos, além de incluí-la nos bancos de dados de inadimplentes dos órgãos de proteção ao crédito.

spc

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Consequências e riscos da empresa negativada

Deixar de pagar as dívidas da empresa pode trazer uma série de consequências para o empreendedor. Entre as mais evidentes, estão:

Inclusão no cadastro de inadimplentes

A primeira consequência relacionada à negativação da empresa é a inclusão no banco de dados de inadimplentes. Antes disso, a empresa devedora recebe uma intimação, com um prazo máximo para realizar o pagamento.

Caso o pagamento não seja realizado dentro de 3 a 5 dias úteis, a empresa tem seu nome incluso nos cadastros restritivos dos serviços de proteção ao crédito. Uma vez no sistema, a reputação do negócio fica abalada no mercado.

Restrições ao crédito

Com o nome incluso nos bancos de inadimplentes, uma das consequências é a restrição de crédito. A empresa passa a encontrar dificuldades em realizar compras a prazo, além de também ter problemas para conseguir obter empréstimos de bancos e instituições financeiras.

Com baixa credibilidade, o empreendedor encontra dificuldades em fechar novos negócios. Ao realizar uma negociação, os clientes geralmente pesquisam o CNPJ, para ver se há alguma restrição de crédito. Caso haja, dificilmente a negociação é concluída.

Pagamentos de juros

Ao adiar o pagamento das dívidas, os juros vão se acumulando e a dívida vai engrossando com passar do tempo. As principais cobranças são de juros de mora — proporcionais ao período em atraso — e a multa, cobrada pela quebra do compromisso assumido.

Além disso, podem existir cláusulas penais que podem representar sanções específicas, como o pagamento de uma indenização, em caso de atraso.

Ações judiciais

Mesmo que o nome da empresa seja retirado dos bancos de dados de inadimplentes, os credores ainda podem mover ações judiciais contra a empresa negativada. A cobrança pode ser feita enquanto a dívida existir, independentemente de o CNPJ da organização estar ou não cadastrado nos órgãos de proteção ao crédito.

Se o débito for alto, é provável que os credores movam ações judiciais contra o empreendedor. E o responsável pela empresa pode ter as contas pessoais bloqueadas para quitar os débitos pendentes.

Como você acompanhou, existe uma série de riscos, implicações e consequências em deixar a empresa negativada. Então, mesmo nos momentos de dificuldades financeiras, é preciso procurar soluções para quitar todos os débitos relacionados ao CNPJ. Ter o nome negativado é uma das piores situações que uma empresa pode passar.[

 

recarga

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Negativação de CPF e CNPJ – 7 perguntas respondidas sobre negativação de CPF e CNPJ

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Negativação de CPF e CNPJ – 7 perguntas respondidas sobre negativação de CPF e CNPJ

Negativação de CPF e CNPJ – A negativação da pessoa física ou jurídica nos serviços de proteção ao crédito deve ser a última alternativa. No entanto, muitas empresas não sabem como agir em face de clientes inadimplentes.

No post de hoje, esclarecemos algumas dúvidas sobre negativação de CPF e CNPJ respondendo a 7 perguntas. Confira!

 

consulta spc

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1. Qual é a forma mais segura de negativar CPF e CNPJ?

Há diversas ferramentas na web que permitem que qualquer usuário e/ou empresa realizem consultas a SPC on-line e à negativação de clientes inadimplentes.

Se o inadimplente for negativado e acionar a sua empresa na Justiça dizendo que comprou e não recebeu, o empresário poderá ter dor de cabeça, já que a maioria das empresas prestadoras desse serviço não pede nota fiscal ou qualquer comprovante para realizar a negativação.

Por outro lado, ao negativar um CPF ou CNPJ no cartório, o empresário terá a segurança da confiabilidade do órgão. Este fará uma análise da documentação e exigirá os documentos necessários para registrar o protesto.

2. Quais são as diferenças entre negativação de CPF e CNPJ?

Basicamente, a negativação do CPF ocorre quando a empresa está protestando uma dívida contra um consumidor comum. A negativação geralmente acontece no SPC.

A negativação do CNPJ é quando uma empresa está protestando uma dívida contra outra empresa (pessoa jurídica). O protesto, em grande parte, é realizado na Serasa.

3. Qual o prazo para fazer a negativação?

As cobranças da dívida podem ser realizadas a partir do sétimo dia do prazo limite para pagamento. Após o período de 30 dias, a empresa poderá fazer a negativação do inadimplente.

4. Como comprovar que o serviço foi utilizado e não foi pago?

Quando entregar o produto, a fatura deverá estar no nome da empresa que receberá a mercadoria/serviço. Além da assinatura, é preciso que o CPF ou CNPJ do recebedor esteja impresso na nota. Esse registro será suficiente no momento da negativação.

consulta cnpj

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5. Como fazer um instrumento de protesto?

O credor deverá pegar o comprovante da dívida e levá-la até um cartório ou banco para protestá-la. No cartório, será realizado um exame para saber se todas as informações estão corretas. Após a análise, será criado o instrumento de protesto.

O devedor receberá uma intimação em sua residência, que pode ser em forma de um simples comunicado até uma carta-boleto, com o instrumento de protesto anexado à intimação.

6. Qual é o prazo para pagamento após o recebimento do protesto?

Após o recebimento da intimação, o devedor terá três a cinco dias úteis para realizar a quitação da dívida. Caso o débito não seja pago, o nome dele será adicionado aos bancos de dados de inadimplentes.

7. O que fazer após o pagamento da dívida?

Após a quitação da dívida, a empresa deverá entregar a via original do instrumento de protesto ou declaração de quitação e anuência. Esse documento será necessário para que o credor possa efetuar o cancelamento do protesto realizado contra ele.

Caso você tenha alguma outra dúvida sobre negativação de CPF e CNPJ, deixe um comentário. A sua participação é muito importante para construirmos um conteúdo cada vez melhor!

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Como saber se o cliente tem o nome sujo ?

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Como saber se o cliente tem o nome sujo ?

Saber se o cliente tem o nome sujo – O número de inadimplentes cresce a cada dia no Brasil. Com o aumento do índice de desemprego, o atual cenário político e a crise econômica, temos algumas das principais causas de uma realidade financeira tão complexa no país.

Entretanto, isso não pode ser motivo para que as empresas parem de vender. Afinal, com ou sem crise, as pessoas ainda têm necessidades básicas que precisam ser supridas, como vestir-se, comer, estudar e morar, por exemplo.

Então como o empreendedor deve agir diante de uma situação tão paradoxal? A resposta é simples: ele precisa ser seletivo e cuidadoso na hora de conceder crédito aos consumidores.

Por isso, no artigo de hoje, mostraremos como saber se o cliente tem o nome sujo. Confira agora!

 

consulta spc

como fazer consulta spc e serasa

O que significa ter o nome sujo?

Quando uma pessoa decide fazer uma compra parcelada, pedir crédito, alugar um imóvel ou realizar determinadas transações financeiras, o procedimento de praxe é realizar uma consulta ao Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e à Serasa para saber a situação atual.

Caso essa pessoa tenha feito alguma dívida que deixou de ser paga por qualquer circunstância que afete o seu orçamento, ou caso tenha pago com um cheque sem fundos no ato da compra, certamente, seu nome constará em um cadastro de CPFs.

Empresas credenciadas podem atualizar esse cadastro, que será consultado por estabelecimentos comerciais, bancos e outros empreendimentos a qualquer momento.

Basicamente, o termo “nome sujo” significa ter o nome incluso nesses cadastros que afirmam que, pelo menos no momento, o cliente em questão não é um bom pagador.

Quais os riscos de vender para alguém que tem o nome sujo?

Nome sujo não é sinônimo de que o cliente é uma má pessoa, mas, como empreendedor, você deve proteger os interesses de sua empresa, não é verdade?

Você até pode vender para um cliente com nome sujo, mas o pagamento precisa ser realizado à vista, pois conceder crédito a alguém que já está com dificuldades para pagar outras dívidas é o mesmo que apostar em uma causa perdida.

Além de não receber, comprometer seu faturamento e desfalcar o fluxo de caixa, você ainda precisa arcar com os custos do produto ou serviço que vendeu.

Como saber se o cliente tem o nome sujo?

iRecarga

Conhecido por ser um serviço de recarga de créditos para celulares que lojistas podem disponibilizar em seus estabelecimentos comerciais, o iRecarga também oferece o serviço de consultas de CPFs e CNPJs inclusos no cadastro do SPC Brasil.

Não há mensalidade ou taxa adicional pelo serviço e o lojista pode usá-lo à vontade para saber se algum cliente tem o nome sujo.

Serasa

Existem duas formas de consultar o CPF do cliente pela Serasa: presencialmente, nas agências da empresa, ou pela internet por meio de um software.

A consulta presencial é gratuita, basta comparecer a uma agência da Serasa com o CPF e um documento com foto do cliente.

Pela internet, basta utilizar o software “Me Proteja” credenciado pela Serasa. A mensalidade custa em torno de R$ 19,90 por mês no plano mensal e R$ 10,00 no plano anual.

SPC Brasil

Para saber se o cliente tem o nome sujo pelo SPC Brasil é preciso comparecer presencialmente a um balcão de atendimento da unidade mais próxima, munido com o CPF original e um documento com foto. A consulta fornece um extrato com os dados das empresas credoras e os valores das dívidas do cliente.

Essa opção não é interessante para o lojista, já que ele precisa se locomover até uma unidade física do SPC com o documento original do cliente.

Caso queira fazer a consulta pela internet, será necessário pagar cerca de R$ 6,00 por consulta no site do SPC.

Considerando que atualmente a consulta para saber se o cliente tem o nome sujo é tão simples e acessível, não vale a pena colocar a situação financeira da empresa em risco e conceder crédito sem antes certificar-se de que ele poderá arcar com a dívida.

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