Como funciona o processamento via cartão de crédito ?


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Como funciona o processamento via cartão de crédito ?

Processamento via cartão de crédito – O cartão de crédito é um item indispensável no cotidiano de muita gente. No Brasil, são pelo menos 52 milhões de usuários, de acordo com uma pesquisa divulgada em 2015 pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). Seja porque dispensa a necessidade de andar com dinheiro na carteira, ou porque facilita o parcelamento de compras a longo prazo, o cartão de crédito é um dos métodos de pagamento favoritos dos brasileiros.

Mas você já parou para pensar em todas as movimentações que acontecem entre você, o estabelecimento que forneceu o produto ou serviço adquirido e o banco durante uma compra com cartão de crédito?

Se quer saber mais sobre o assunto, esse post é para você! No texto de hoje vamos explicar como funciona o sistema de processamento de um cartão de crédito, um dos mais complicados e seguros instrumentos do mundo financeiro. Aproveite a leitura!

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Entendendo as partes envolvidas

Assim que você aperta a tecla verde na máquina de cartão de crédito, em um breve intervalo de tempo a maioria das máquinas costuma levar entre 1 e 3 segundos para aprovar uma transação ocorre uma série de trocas de informações, verificações de segurança e cobranças de taxas entre todos os envolvidos no processo de pagamento. Os envolvidos são:

  • Portador do cartão: cliente que solicitou um cartão de crédito junto ao banco e faz uso dele como método de pagamento;
  • Estabelecimento: empresa que vende um produto ou serviço por meio da máquina de cartão;
  • Banco emissor: instituição financeira que emite o cartão de crédito do cliente, licenciada para uso de uma ou mais bandeiras de cartão;
  • Bandeira do cartão: instituição financeira que administra o crédito e determina as regras, prazos e limites do uso do cartão. As bandeiras mais comuns são Visa, Mastercard e American Express;
  • Credenciador ou adquirente: empresa que armazena dados sobre os cartões de crédito e comunica-se diretamente com a bandeira do cartão. Alguns exemplos de credenciadoras são Cielo, Redecard e Getnet.
  • Banco do comerciante: é o banco referente à conta do dono do estabelecimento, que recebe o dinheiro da venda e processa as operações de crédito e débito.

Como funciona

Muito bem. Agora que você já conhece todos os envolvidos no processo, fica bem mais fácil entender como funcionam as transações com cartão de crédito, não acha?

O processo é assim: ao realizar uma compra via máquina de cartão de crédito, o dispositivo primeiro envia os dados criptografados (a partir da senha de segurança) ao gateway de pagamento, um sistema que facilita a comunicação entre a máquina e o credenciador e confirma se o pagamento é viável, ou se o cartão é legítimo.

Na sequência, os dados da operação são encaminhados para o processador do pagamento, ou seja, o banco do vendedor. Este, por sua vez, repassa a transação para o intercâmbio de cartão de crédito, que faz a comunicação entre o banco do vendedor e o banco emissor do cartão do cliente.

É nessa etapa que o banco emissor verifica os limites disponíveis na conta do cartão de crédito do consumidor. Caso a transação seja negada, a máquina informa o código de erro relacionado ao problema específico venda não autorizada, código de segurança inválido e transações financeiras suspeitas são alguns exemplos.

Se a transação for aprovada pelo banco emissor do cartão de crédito, os dados são redirecionados para o terminal eletrônico e a compra é finalizada, com a emissão do comprovante de venda. Depois disso, a única preocupação do cliente é pagar a fatura do cartão em dia!

Sobre o lucro do vendedor

Você deve estar se perguntando onde é que entra o lucro do vendedor nesse processo todo, certo? Na realidade, quem paga pela compra do cliente é o banco emissor do cartão de crédito, que repassa o valor da transação com descontos de serviço (taxas) para a conta do vendedor.

Em outras palavras, se o cliente não pagar a fatura do cartão de crédito, o banco emissor é quem sai no prejuízo! Por essa razão, os juros sobre as dívidas de cartão de crédito tendem a ser mais altos. Outras formas comuns de cobrir esses gastos envolvem tarifas como anuidade, emissão de segunda via de cartão e avaliação emergencial de limite de crédito, por exemplo.

Sobre as taxas de serviço

Em todas as etapas de uma transação financeira realizada por uma máquina de cartão de crédito, incluindo desde o gateway de pagamento até o banco emissor, é descontada uma taxa de serviço do valor total da compra. São essas pequenas porcentagens que resultam em parte do lucro das bandeiras de cartão de crédito e das empresas credenciadoras.

De modo geral, as taxas cobradas sobre compras no crédito, os tipos de pagamento disponíveis, os prazos para o recebimento do dinheiro e as bandeiras de cartão aceitas vão variar de acordo com o tipo da máquina de cartão de crédito adquirido pelo estabelecimento. Outras taxas comuns são as de aquisição da máquina, inscrição e mensalidade, por exemplo.

Por isso mesmo, o mais indicado é comparar as vantagens e desvantagens de cada tipo de máquina de cartão de crédito e encontrar a melhor solução para as necessidades do seu estabelecimento.

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Máquinas fixas versus máquinas portáteis

As transações financeiras funcionam da mesma forma para todos os tipos de máquinas de cartão de crédito. A diferença está no modo como a comunicação é realizada entre todas as etapas, ou seja, se ela ocorre por meio de linha telefônica, conexão à internet ou conexão móvel.

As máquinas fixas, também chamadas de Point of Sale (POS), são as máquinas de cartão de crédito comumente vistas no comércio — elas utilizam cabo telefônico, conexão à internet ou chip telefônico para realizar as transações.

As máquinas portáteis, por outro lado, são dispositivos de leitura de cartão compatíveis com a maioria dos smartphones e tablets populares, e se conectam ao sistema por meio de bluetooth, 3G ou 4G.

Justamente porque servem apenas como leitoras de cartão de crédito, as máquinas portáteis não emitem comprovante de papel. Mas, por outro lado, elas também são uma solução vantajosa e prática para profissionais autônomos e serviços de transporte que precisem de agilidade, como nos casos de taxistas, ambulantes e entregadores.

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